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14/12/08

Simulação


No Japão há simulações de terramotos, incêndios, assaltos, etc. de modo a que possamos reagir eficientemente a essas situações. Neste vídeo temos uma simulação da captura de um perigoso rinoceronte evadido do Jardim Zoológico de Tóquio. O cenário está muito realista e nota-se que o jardim zoológico está apto a lidar com a situação.

03/07/08

O quê?

Como alguns de vocês já sabem, tenho feito uns biscates na indústria dos vídeo jogos. Durante a concepção do jogo, os programadores necessitam testar o código e colocam lá umas traduções manhosas do Altavista. Hoje chegou-me uma para modificar...

"≪XXX≫ é o modo que pode transformar completamente em um jogador, e pode experimentar a carreira de um pro futebol do jogador pro estréia para a reforma. Ele pode sair em menos de 17 anos, e um máximo de 35 anos de carreira como um pro futebol jogador pode ser apreciado. ≪XXX≫" pode encerrar um jogo só através da realização do ativo-serviço de reforma. Activa-serviço de reforma pode ser realizada a partir do momento de se tornar o jogador criou 27 anos. Neste modo, transferindo para um clube-alvo e levando a equipe que bons resultados, coletando muitos títulos individuais, etc pode avançar um jogo junto com cada efeito. Vamos apenas desfrutar o seu futebol vida!"

17/06/08

Ginástica para lésbicas

Para as leitoras lésbicas que gostem de combinar desporto e sexo recomenda-se o DVD 270 Degrees Open Leg Sexy Lesbian Gymnasts. Por $40 podem adquirir 135min de inspiração que com certeza dará azo a excelentes momentos.

As monitoras de serviço são Sakura Ueno e Shouko Yokoyama que, por entre alongamentos e actividades divertidas, ensinam a estar em boa forma física com uns orgasmos pelo meio.

16/06/08

Google keywords

Os idiomas são dos melhores investimentos que podemos fazer na nossa vida - facilita o viajar, aumenta o nosso valor no mercado profissional e a capacidade em compreender outras culturas. Mas acima de tudo permite-nos comunicar e ser cidadãos do mundo!

Observo que muitas das visitas deste blogue provêm do Google e que algumas das "palavras-chave" que as pessoas digitam para chegar a este humilde blogue são sui generis.

Algumas "palavras-chave":
  • Frutas gigantes
  • Vídeos filme sexo orgasmos femininos
  • Laura em katakana
  • Louis Vuitton no Japão
  • Cidades da Tailândia, Japão
  • Bob em japonês
  • Paisagens de arrozais japoneses
  • Sociologia do Japão
E, não sei como souberam mas vieram cair no sítio certo…
  • Pénis enaltecido
  • Templo do pénis no Japão

03/04/08

Goo


O olhar acutilante da Miss Japa não deixa ninguém indiferente e desta vez alerta-nos para uma eficaz campanha promocional Japonesa.

29/01/08

Há sempre espaço para + um (parte II)

A rede de transportes de Tóquio transpira energia, eficiência, pontualidade e higiene. Um polvo monstruoso que espalha tentáculos gigantes nos quais multidões circulam incessantemente de um lado para o outro (só na estação de Shinjuko são 3.31 milhões diários).

A hora de ponta, amada por uns e odiada por outros, é um ritual mecanizado das massas que, ao sabor das chegadas dos comboios e em espamos repetitivos, enchem as estações de formigas humanas num fervilhar constante que culmina nos comboios da meia-noite (lotados 3 ou 4 vezes acima da capacidade máxima recomendada). Nestas ocasiões, entrar no comboio/metro é uma técnica elaborada em que físico e espírito trabalham juntos. Imbuídos numa espiritualidade Zen, desligamos-nos do corpo para que este fique fluido e ai será possível entrar e ocupar algumas áreas vazias (mesmo quando estas quase não são continuas).

Escrever e-mails em ombros vizinhos, ler junto a peitos estranhos e um mar de gente que sai do comboio ao abrir das portas depressa se torna parte do quotidiano. O saber movimentar-se dentro da estação também se aprende com o passar do tempo e isso permite-nos aproveitar o ímpeto e a direcção da multidão já que, por vezes, perde-se um comboio por uma questão de segundos (o que implica esperar 3, 5 ou 7 minutos). Parar e/ou entrar em contra-mão implica emoções fortes e fica sempre bem facilitar os últimos metros daqueles que estão dispostos a saltar para uma porta de comboio quando esta se está a fechar.

Post-scriptum: às 21h os comboios estão calmos, como podem observar nas fotografias, pois a hora de ponta já passou. Na hora de ponta, ai sim, é necessário que as pessoas viajem compactadas e é nessas alturas que os empregados da estação, de luva branca, nos ajudam a entrar e até nos fecham a porta...

O supra-sumo da experiência é o Expresso da Meia Noite às Sextas e Sábados, mas é difícil descrever tamanha surrealidade. [1][2]

11/08/07

BabelFish em acção

Mais algumas das jóias linguísticas dos programadores da Konami:

1) É meta total que enfileira por jogadores sucessivos.
2) É a informação de seu time para 15 estações no passado.
3) O número das metas lista muitos jogadores de alto-posição.

06/08/07

modus operandis

A experiência na Konami revela-se uma saga e às vezes o seu modus operandis é anedótico.

Atribuiram 4% das traduções a uma outra pessoa que nos mimou com os seus "escanteios", "zagueiro", "time", "gol", "emparelhamento de equipas" e um conhecimento gramatical digno de um arrumador de carros.

Ultrapassada esta dificuldade, na eventualidade rara de ter condições de trabalho, surgem as exigências dos programadores (ex: escrever "semi-automático" com duas letras, "internacional" com uma letra, obrigatoriedade de usar conceitos como "botões de direcções" em vez de "botões de movimento", reduzir frases mesmo quando o seu significado se desvanece, etc.). E são os mesmos programadores que, de vez em quando, me pedem para corrigir os textos que obtêm no babelfish. Que fariam se vos pedissem para corrigir o seguinte texto?

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<【#LCM1_W_164】>
Condição é ajustada.
Até mesmo se executar ajuste de condição, condição não faz se tornado bom necessariamente certamente. É total ajude posição por jogadores sucessivos.
Além disso, como o grau de fadiga aumentará se ajuste de condição é executado, o intenso jogador de fadiga pode ser prejudicado.
O jogador cujo ajuste de condição é desnecessário precisa remover um cheque.
Jogador com uma condição em cume não fica melhor.

13/09/06

Apanhados V

Banca de documentos falsos em Khao San Road (Bangkok, Tailândia)

Khao San Road está no epicentro da cultura backpacker de Bangkok (Tailândia), onde podemos encontrar uma vasta oferta de serviços que não se esgota na vulgar hotelaria, na restauração ou no entretenimento. Qualquer recanto de rua serve de escaparate a serviços e produtos, segundo a velha máxima de que onde há procura, nascerá forçosamente oferta. Numa ofensiva comercial de alta competitividade atropelam-se pelas ruas vendedores, artistas, taxistas Tuk Tuk e outros jovens empreendedores como o que se pode observar na fotografia. O seu negócio?! A falsificação de documentos (cartas de condução, acreditações de jornalistas, cartões de estudante ou até mesmo diplomas). Mas como há sempre espaço para a moralidade, parece que ele não se dedica aos passaportes nem à contrafacção de dinheiro.

18/07/06

Às 13h50...

Hoje, na aula de base de dados, olhei em meu redor e dediquei-me à estatística:

Local: sala 241 (capacidade para uns 300 alunos)
Hora: 13h50
Nota: Nestas aulas não precisamos de computador, basta lápis, borracha e papel.

Alunos presentes: 51
Alunos a usar PC: 28 (em actividades externas à aula)
Alunos a dormir: 5
Alunos a realizar tarefas externas à aula que não envolvem o uso do PC: 4 (pelo menos...)

Cálculo auxiliar:
51 - 37 = 14

Inferência:
Na melhor das hipóteses, 27,4% dos alunos estavam atentos à aula.

Conclusão:
Mais uma vez o lema de sempre... corpo presente e mente ausente.

03/07/06

Hoje é a brincar!

O Japão vibra regularmente ao sabor das placas tectônicas e a sociedade adaptou-se ao risco: As casas constroem-se a pensar nisso (um esqueleto/estrutura de grandes barras de aço confere elasticidade aos edificios) e as pessoas aprendem os procedimentos a seguir.

A regra de ouro é abrir as janelas ou as portas e refugiarmo-nos debaixo de uma mesa com o telemóvel na mão. A primeira assegura uma saída de fuga e a segunda protege-nos da queda de objectos. A seguir apenas nos resta rezar.

As universidades, as empresas e outras intituições, de vez em quando, organizam uma simulação anti-terramoto. Foi assim que o edificio onde trabalho foi palco de um destes acontecimentos. Sob o comando de poderosos altifalantes refugiámo-nos debaixo de mesas e depois disso evacuámos, não o corpo mas sim o edifício. Estava um dia risonho e até deu para socializar um pouco enquanto desciamos as escadas.

Sabemos que as forças da natureza podem causar dor, sofrimento e morte. Se esse dia chegar, que o anjo da guarda nos proteja...

Post scriptum:
Em 1923 o terramoto de Kanto devastou Tóquio, em 1995 foi a vez de Kobe e rezam as estatísticas que 20% dos terramotos mundiais são Japoneses. Em 2005 a tragédia abateu-se sobre Caxemira (Paquistão e India) e em 2004 uma combinação de terramoto com tsunamis varreu o Oceano Índico causando 279 mil mortes.

03/06/06

Louis Vuitton no Japão

Jovens de espelhos na mão mascaram-se diariamente num ritual elaborado. Usando roupas elegantes e sapatos vistosos envolvem-se numa panóplia de cosméticos e de símbolos sociais. Buscam a elegância, a moda e a imagem que lhes permitam encontrar o parceiro que as sustente até ao fim da vida delas. Acessórios humanos que se vendem em troca de uma vida confortável. (Atenção que isto é uma mera opinião pessoal)

Em pleno comboio, camadas de base, rímel e batom são meticulosamente renovadas, domesticam-se madeixas de cabelo que teimam em assumir ângulos de 47º em vez dos estéticos 43º e facilmente se detecta uma atenção excessiva com a imagem exterior.

Acima dos 25 anos aumenta a discrição, a elegância, a classe e o poder de compra. Factores que se repercurtem no amplo uso de marcas Italianas e Francesas. Detecta-se então um comportamento social que me intriga: Por terras Japonesas, Louis Vuitton (LV) tornou-se um símbolo de Status. Uma pequena histeria social pois milhares de pessoas passeiam-se com as conhecidas malas castanhas que custam balúrdios (algo entre 500 e 1550 EUR). Há já quem diga, com alguma ironia, que em Tóquio há dois tipos de mulheres - as LV e as NON LV.

Surge a questão. Qual o potencial do interior quando se dá tamanha atenção ao exterior?!

16/05/06

Apanhados II

Gitanos, macumbeiros e videntes de todo o mundo... tremam todos! Os Japoneses chegaram (de gravata, luva branca e computador)!

Parque de Ueno num Domingo de tarde

06/05/06

Deixem o menino dormir!

Na Universidade de Tóquio vigora o magistocentrismo. O Professor debita, o aluno escuta e ninguém espevita, isto é, ninguém conversa e poucos chegam atrasados. No entanto é permitido dormir, da primeira à última fila, vários alunos dormitam nas mais estranhas posições. Atinge-se o auge nas aulas por vídeo-conferência, em que o Professor, usando tecnologia de ponta, transmite a partir de algures.

A interacção professor/aluno é miníma e embora de corpo presente, por vezes, é habitual estar de mente ausente. Uns dormem, outros estão atentos, há quem estude outras disciplinas e há quem se entretenha com os seus computadores portáteis. O mesmo espírito se aplica às 6h de reuniões semanais que tenho no laboratório e os 2 sófas-cama que possuímos confirmam a filosofia.

As bibliotecas e as cantinas também são bons sítios para avistar os meninos que dormem. Mas nada comparável com a destreza dos commuters que, 5 seg após entrarem no comboio, assumem o modo Stand-By. Afinal de contas... organização e optimização são 2 dos pilares do sucesso Nipónico. Pois quando o cansaço aperta e o sono desperta,... não há nada como dormir!

Post scriptum: O Povo Japonês é muito trabalhador e, em Tóquio, os commuters e alguns estudantes passam 3h ou 4h diárias nos transportes públicos. Este texto não pretende desvalorizar ninguém. Todos nós podemos ser vencidos pelo cansaço.

18/04/06

Em flagrante delito!

Sábado passado a policia fez-me uma operação STOP, e tudo porque dei boleia a uma vizinha. Iamos da estação para a residência quando ouço uma voz amplificada pelas colunas de um carro patrulha. Olhei para o lado e paralelamente a nós seguiam 2 policias de olhar duro. Obrigado a parar lá tive de mostrar os documentos (cartão de estudante, BI Japonês e o registo de propriedade da BICICLETA).

Deixaram-me ir na paz do Senhor mas com o aviso de que 2 pessoas na bicicleta não pode ser. Como se eu não soubesse... ;-)

30/01/06

O Expresso da Meia-Noite

Na hora do lobo (00:00h) os comboios PARAM o seu vaivém, e os noctívagos perguntam-se: Vamos no Expresso da Meia-Noite ou no Comboio da Manhã?

Às Sextas-Feiras e aos Sábados, ao soar a meia-noite, os que escolhem a primeira opção abandonam a lascividade dos neons. Das Mecas do Prazer parte então o Expresso da Meia-Noite. Onde se transgridem os limites da capacidade, e a soma do volume das partes parece superior ao volume do todo. Os corpos quase que se fundem uns nos outros... Misturam-se cheiros, falas, risos e mãos atrevidas, naquele que é o comboio mais ruidoso da semana.

Nos dias de semana o Expresso da Meia-Noite é apenas um comboio de gente exausta e de olhar vazio. Pessoas apáticas de tanta fadiga, e Salarymen (ver nota) alcoolizados que regressam a casa para algumas horas depois fazerem o percurso inverso. E' um bando de gente cansada e calada que nos faz crer que esta cidade cansa...

Post-scriptum: Salarymen é o nome pelo qual são conhecidos os "homens que executam um emprego de colarinho-branco", e que costumam tem a responsabilidade económica do agregado familiar exclusivamente a seu cargo. Vestem-se todos de igual (fato clássico, gravata, cachecol, sobretudo e mala preta), trabalham que se desunham e adormecem facilmente nos comboios.

29/12/05

Há sempre espaço para + um!

O passar dos comboios - Odakyo Line 22/12/2005

Rezam as estatísticas que 20 milhões de pessoas circulam diariamente nesta Metropolis. As multidões, num constante fluir mecânico, deslocam-se de bicicleta e de Transportes Públicos: Cidadãos anónimos, presidentes de bancos e estudantes em uniforme seguem o seu fado de formigas humanas - com o olhar em frente, num passo rápido e decidido, pois não há tempo a perder na sua rotina laboral.

Este movimento sustenta-se num exercito de Táxis e autocarros, numa imensidão de bicicletas, em 13 linhas de Metro e numa fantástica rede ferroviária. Febril, pontual, caótico, eficiente, moderno e sobre-lotado, são termos que poderíamos utilizar para descrever os transportes públicos de Tóquio. Mas não há nada como um exemplo:

Normalmente saio de casa pelas 7h50min, de bicicleta vou até à estação do bairro, onde me coloco ordeiramente na fila. De 3 em 3 minutos um comboio pára, a fila avança e quando chega a minha vez sempre me pergunto - "será que consigo entrar?" Em Roma sê romano e é assim que entro de costas, furando a multidão, outras pessoas seguem-me e admiro-me por não ter sido o ultimo. Se alguém fica entalado na porta, empregados de luva branca ajudam-no (empurrando-o) a entrar. O mote é "Há sempre espaço para mais um!" Durante 20 min os corpos confundem-se, nunca sabemos com precisão onde acaba o nosso corpo e começa o dos outros. Se for possível erguer o braço, com o livro ou com o telemóvel no ombro do vizinho, aproveita-se para ler um pouco ou escrever uns emails. Outras pessoas, conscientes de que o dia será longo, cerram as pálpebras e entram em standby. Há também aqueles que dormem (sentados ou em pé) pois o comboio é a sua segunda cama. Mudo para o Metro, as multidões vão diminuindo e termino a minha rota caminhando
pela universidade. No total demorei 1h10min. Á noite espera-me o caminho inverso, no regresso a casa.

Posso contar o meu percurso mas não consigo descrever a emoção de avistar, ao anoitecer, o Comboio Bala por entre os arranha céus de Shinjuku, num cenário futurista adequado a um Blade Runner. Pensamos no futuro, e a custo nos apercebemos que o futuro é já presente.

19/10/05

Quando a terra se agita

Estava eu em casa quando senti o edificio a estremecer ligeiramente. Fiquei na expectativa se iria aumentar de intensidade e exclamei alto e em bom som - ja' nao se pode cortar as unhas em paz!

Com algum divertimento lembrei-me de seguir as regras de seguranca: abrir a porta, encher o lavatorio com agua e agarrar o Kit Anti-Terramoto que nos foi dado 'a chegada. Obedeci 'a primeira regra e passados 4 ou 5 segundos a normalidade voltou a instalar-se no Kaykan (a residencia onde vivo).

As estatísticas indicam que ja haveria de ter ocorrido um terramoto de consequências graves (como o de 1923). Eles chamam-lhe o "Big One" (aquele que, um dia, há-de vir para nos fazer sofrer). Por isso, quando a terra começa a tremer nunca se sabe se e' o Big One, ou não...

19/09/05

Interspeech - Eurospeech 2005

Eu e o Professor Hirose - Nos Pasteis de Belém, Lisboa - Setembro de 2005

Quando no verão de 2004 apresentei uma candidatura ao Monbukagakusho para trabalhar no laboratório Hirose & Minematsu, da Universidade de Tóquio, estava longe de imaginar que passado pouco mais de um ano, seria o próprio Lab a vir ter comigo. Mas assim foi...

Neste início de Setembro Lisboa acolheu as conferências internacionais de Processamento de Fala (Interspeech - Eurospeech 2005) e tive a oportunidade, única para um "caloiro", de mergulhar, num único fôlego, no que vai ser o meu universo nos próximos anos e também, de certo modo, de ser anfitrião daqueles que irão ser meus anfitriões; O Professor Hirose e vários membros (8) do seu laboratório vieram de Tóquio até Lisboa, para participar nas conferências.

Lisboa possui uma graça que encanta e os Japoneses envolveram-se nesse encanto. A comida, o fado, a gente e a cidade em si não deixam ninguém indiferente e foi assim que Portugal se instalou no seio do Hirose & Minematsu Lab.

Durante 5 dias a ficção científica tornou-se real e ganhou cor, som e cheiro nos quotidianos futuristas (que já são reais) descritos pela IBM, MIT, Microsoft, Sony, Honda, Toshiba, Nokia, e um sem fim de instituições/empresas de renome. O futuro já começou e eu estou nele!

Os números do evento: um total de 687 artigos; 55 apresentações e 80 poster diários; 1300 participantes de 62 países diferentes, vários KW de electricidade gastos e um rol de dinheiro investido em prol do avanço cientifico.

A Michiko e Eu - No restaurante K, Lisboa - Setembro de 2005