Mostrar mensagens com a etiqueta Portugal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Portugal. Mostrar todas as mensagens

21/03/11

O conto de "duas" saudades

Foi lançado um livro de manga no âmbito das comemorações dos 150 anos da assinatura do Tratado de Paz, Amizade e Comércio entre Portugal e JapãoO livro lê-se de duas formas distintas. Da esquerda para a direita seguimos o quotidiano de um jovem Japonês em Portugal e, da direita para a esquerda, acompanhamos as aventuras de uma Portuguesa no Japão.

Os autores:
Rui Zink (Ideia original e argumento)
Ricardo Andrade (argumento)
Sara Duarte Ferreira (arte)
Download gratuito

Post-scriptum: Surpreende-me terem errado no título. Deveria ser "duas" em vez de "2".

14/05/09

Oh Portugal, How Art Thou?

Houve um tempo em que Portugal foi sinónimo de tecnologia, modernidade e inovação. Por exemplo, foram os Portugueses que introduziram no Japão as armas de fogo, as operações cirúrgicas, as prensas mecânicas, as orquestras filarmónicas, etc.. O próprio vinho da Madeira fazia parte das prendas que o Almirante Perry ofereceu aos Japoneses e que representavam o melhor que a civilização ocidental tinha para oferecer. No entanto, hoje em dia, numa perspectiva geopolítica Portugal é um mero figurante e, salvo alguns casos pontuais, é triste ser um exemplo de uma nação falhada economicamente e educacionalmente. É triste ter uma população pouco instruída. É triste ter os salários que temos e é triste ter tantas pessoas incompetentes (ou sem ser por mérito) a ocupar cargos de poder. Portugal teve tudo para ser bem sucedido e foram estes os dividendos que obteve. Porquê?

Aqui vos deixo um excerto de um livro:

"Though an age of unease, of portents and consultations with the supernatural, there was still time enough for novelties, new sights and experiences. In 1863 an enterprising Portuguese businessman exhibited an Indian elephant in the Ryogoku district, causing much excitement. The creature was depicted in countless prints, with text describing its size, history and eating habits."


pp. 85 de "Tokyo, a cultural and literary history"
por Stephen Mansfield

09/05/08

...

Por entre o frémito da mobilidade e da labuta diária de quem anda nesta aldeia global, há momentos fugazes em que o pensamento foge e se envolve na bruma da saudade. É então que surge um triângulo amado daquilo que realmente importa e que não está presente: a família, a quinta (abrir no Google Earth) e a cidadania.

Post-scriptum: Dos amigos não lhes sentimos a falta pois eles estão por todo o lado e com um simples Até Já nos encontramos, despedimos e reencontramos.

28/03/08

Serra da Gardunha

As Japonesas são bonitas mas não há flores como as da nossa terra. Todos os anos as cerejeiras em flor da Serra da Gardunha (Beira Baixa - Fundão) proporcionam um espectáculo grandioso que posteriormente é premiado com frutos de uma qualidade fantástica. Vale bem a pena ir ver a floração e/ou comer essas cerejas deliciosas, particularmente no vale entre a Alcongosta e o Souto da Casa.

29/08/07

Povo que lavas no rio

A vida tem-se revelado uma corrente incessante de casualidades cósmicas e, num quotidiano em ebulição constante, vários escritos estão na calha. Para breve!

Falando de tribos
/povos, não há margem para dúvidas que ser Português é ser de boa cepa e, vivendo numa Babel, cada vez estou mais seguro disso. Nós temos conteúdo e não me venham falar das vacas dos vizinhos.

O meu bem-haja a
D. Afonso Henriques, ao Infante Dom Henrique e a todos os que têm praticado o bem por Portugal.

03/08/07

As noites da Gardunha

Os astros sempre nos fascinaram e há vários milénios que influenciam a acção humana. Quiçá o verdadeiro Deus seja esse desconhecido...

De pequeno queria um telescópio para explorar os céus mas fiquei-me pelo olhar nu que, mesmo assim, preenchia as noites passadas no seio da Gardunha e, agora que estou longe, lá vou mitigando saudades ao sabor do Stellarium.

Ainda retenho algumas dessas paisagens estelares mas como escutar o vento que desce o vale, o marujar do ribeiro e os sons que a noite traz consigo?

Post-scriptum: A Gardunha foi baptizada pelos Árabes, significa refúgio/abrigo e é nesse refúgio que quero escrever um livro.