23/10/05

Poema III - Estrela do Norte

Oh minha querida Estrela do Norte
que o passo continue iluminado pelo teu olhar,
que a poesia permaneça no trilho que percorro,
que o riso seja fiel companheiro e amigo

Oh minha querida Estrela do Norte
que bonito é estar por aqui,
cavalgando um cometa alado,
ter uma vida num dia só

Oh minha querida Estrela do Norte
nas entranhas da vida há riquezas sem fim -
sal, esmeraldas, safiras e carvão
Ricos filões por descobrir e trilhar!

Oh minha querida Estrela do Norte
que o bem-me-quer também murcha,
Quantos não murcharam já?!
ai então, ajuda-me a encontrar outro jardim...

António Rebordão (1975 - ?)

2 comentários:

Maria Ferreira disse...

Foi há já 20 anos que li um poema deste autor, nunca o esqueci... lembro-me que falava do amor como uma "carroça cheia de lobos". Folgo em o ver regressar.
Um abraço, Anibal Pascual!

Anónimo disse...

"Socializar é catita" - lembras-te TR?
Pois é, passei por aqui já várias vezes, mas só hoje deixo um abraço. Folgo em "ver-te" entusiasmado, tão ou mais do que quando partiste. Penalizo-me por te dar os parabens atrasados - o dia 21 de Outubro passou, lembrei-me , mas não escrevi. Guardo o abraço para o teu regresso.
Francisco Cardona